
A Marinha Real do Reino Unido deu um passo relevante rumo à modernização ao incorporar sua primeira frota de embarcações não tripuladas, dentro do Projeto Beehive.
Ao todo, 20 unidades foram entregues em parceria com a empresa britânica Kraken e passarão a ser utilizadas pelo “47º Commando dos Royal Marines” em treinamentos e operações, marcando um avanço concreto no conceito de “Marinha Híbrida”.
Segundo o comando naval, testes recentes já indicam ganhos expressivos no poder de combate. Um exercício estratégico realizado em Southwick Park demonstrou aumento significativo na capacidade operacional, com destaque para a triplicação do potencial de mísseis e melhorias na prontidão em missões essenciais, como dissuasão nuclear no mar, operações com porta-aviões, ações anfíbias e defesa aérea integrada.
Os próximos passos incluem a expansão do uso de sistemas autônomos no Atlântico Norte, onde veículos não tripulados devem atuar na vigilância de atividades hostis ainda este ano. A Marinha também projeta, em um horizonte de curto prazo, a integração de navios de escolta não tripulados ao lado de embarcações tradicionais, além do lançamento de drones a jato a partir de porta-aviões.
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Outro exemplo prático dessa transformação é a adaptação do navio RFA Lyme Bay para atuar como base de operações de sistemas autônomos voltados à caça de minas. A estratégia, segundo a liderança naval, busca aumentar a eficiência e reduzir custos e riscos humanos, combinando meios tradicionais e novas tecnologias para ampliar o alcance e a letalidade da força naval britânica.
Fonte: UK Defence Journal | Foto: LinkedIn – Kraken Technology Group | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
